Kasuya Inteligência Agronômica Kasuya – com 30 anos de experiência no mercado de consultoria agronômica e área atendida superior a 400 mil hectares em diversos estados brasileiros Mon, 30 Aug 2021 19:44:10 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9.1 /wp-content/uploads/2021/07/cropped-icone-site-32x32.png Kasuya Inteligência Agronômica 32 32 Minuto K – Fixação biológica do nitrogênio na cultura da soja /minuto-k-fixacao-biologica-do-nitrogenio-na-cultura-da-soja/ Mon, 30 Aug 2021 19:44:10 +0000 /?p=2306 No Minuto K de hoje nosso diretor Luís Henrique Kasuya, explica sobre a fixação biológica do nitrogênio na cultura da soja.

 

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Conheça os estágios críticos da produção de soja /conheca-os-estagios-criticos-da-producao-de-soja/ Mon, 31 Aug 2020 10:00:16 +0000 /?p=1646 De acordo com a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), apesar das desavenças ocorridas no início do ciclo da soja, a safra 2019/20 terá um recorde histórico.

O boletim da Conab, por exemplo, estima uma produção de 123 milhões de toneladas.

Além disso, também segundo dados do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) a safra 2019/20, se consolidada, fará do Brasil o maior produtor de soja do mundo.

Mas você consegue entender como e porque conseguimos atingir esse patamar tão privilegiado?

Bom, segundo a maioria dos especialistas, esse sucesso se deve aos anos de pesquisa e dedicação do ciclo da soja, das técnicas de manejo eficiente e da gestão agrícola de sucesso.

Conheça os principais pilares da soja no Brasil.

Mas será que você consegue entender realmente como ocorre o ciclo da soja e seus principais estágios?

Neste caso, para entender essas informações de uma forma mais detalhada, basta continuar com a leitura deste artigo até o final.

Vamos lá? 

Neste artigo você vai entender como e quanto dura o ciclo da soja, quais são os estágios mais críticos do desenvolvimento desse cultivo e muito mais.

Confira agora:

Como aumentar a lucratividade com o comércio de grãos.

Quais são os estágios de desenvolvimento do ciclo da soja? 

O modelo mais utilizado nos dias de hoje para os estágios de desenvolvimento do ciclo da soja, salvo algumas modificações, foi idealizado pelos pesquisadores Fehr e Caviness em 1977.

Tal sistema propõe a divisão do ciclo da soja nos estágios vegetativos (V), reprodutivos (R) e suas subdivisões.

Assim, apenas nos dois primeiros estágios as letras não são seguidas de números, todas as demais são designadas por números após as letras.

No entanto, é importante ressaltarmos que uma lavoura de soja é classificada nesses estágios quando pelo menos 50% ou mais das plantas do campo estão nele.

O que é necessário porque pode ocorrer variação na velocidade de crescimento das plantas dentro das áreas.

Felizmente, essa divisão e a padronização do ciclo da soja e sua nomenclatura facilita e muito a comunicação entre os produtores rurais, engenheiros agrônomos e outros profissionais da área.

Saiba mais sobre o mercado de soja.

E para entender como as etapas acontecem, basta continuar com a leitura do artigo:

Quais são as etapas do cultivo de soja?

Como você provavelmente já sabe, a primeira etapa do cultivo da soja é o plantio, assim como a última será a colheita.

Felizmente, como hoje conhecemos grupos de maturação, a escolha da cultivar ideal para nossas lavouras não será um problema.

Além disso, outros cuidados precisam ser realizados muito antes do plantio como a amostragem para correção e adubação do solo.

Tais cuidados são essenciais e não podemos deixar para depois.

Outra etapa do cultivo que deve ser bem planejada é o controle de plantas daninhas.

Nesta etapa, lembre-se que alguns pré-emergentes podem afetar a emergência da soja.

Neste caso, durante o desenvolvimento da lavoura, precisamos ter atenção com as pragas e doenças que estão ocorrendo.

Saiba como a tecnologia no campo pode te ajudar.

Quanto tempo dura o ciclo da soja?

Bom, como você já deve saber, hoje temos uma grande variedade de cultivares de soja e, por isso, a duração total do ciclo da soja pode variar de 100 a 160 dias.

No entanto, os ciclos comerciais mais comuns têm, em média, de 115 a 125 dias, característico da época de semeadura de cultivares precoces a médias.

Neste caso, as cultivares costumavam ser chamadas de superprecoces, precoces, semiprecoces, médias e tardias com base na duração do ciclo.

Porém, as nomenclaturas relacionadas à duração do ciclo da soja passaram por algumas reestruturações.

Por exemplo, na maioria das vezes, a mesma cultivar plantada em diferentes regiões apresentava variações na duração do seu ciclo.

O que acabava confundido os produtores e os consultores.

Neste caso, para contornar esse problema, surgiram os chamados grupos de maturação, ou grupos de maturidade relativa.

Tais grupos de maturação levam em consideração cada região de cultivo e classificam as cultivares com valores que variam de 0 a 10.

Esses grupos de maturação ainda separam as cultivares de acordo com a melhor adaptação para cada região, onde poderão atingir o máximo de seu potencial produtivo.

Dessa forma, classificados em grupos, sabemos quais cultivares são mais aptas nas regiões do país.

Aqui é importante frisarmos que o monitoramento de pragas bem como das doenças deve ser realizado em cada estágio de desenvolvimento da cultura.

Assim, será possível elaborar estratégias de manejo integrado, o que nos garante ações rápidas e certeiras para reduzir as perdas!

Felizmente, hoje com a avanço da tecnologia e da ciência, todas essas etapas podem ser alocadas num único local: os softwares de gestão agrícola.

Tais aplicativos podem auxiliar na organização de calendários, entradas e saídas de insumos, controle de estoques e muito mais.

O que achou do artigo? Gostou das dicas e informações?

Todas as informações citadas pertencem ao blog.aegro e foram resumidas e adaptadas pela Equipe Kasuya. 

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Ciência e Tecnologia: um futuro com mais segurança alimentar e uma agricultura sustentável e produtiva /ciencia-e-tecnologia-agricultura-sustentavel/ Mon, 24 Aug 2020 10:00:36 +0000 /?p=1643 A chave para um futuro com mais segurança alimentar e uma agricultura sustentável e produtiva, desenvolvida com pesquisa e inovação é a ciência e a tecnologia.

Na opinião da maioria dos especialistas, a ciência terá um papel central na modernização do agro, teremos demandas cada vez mais desafiadoras, principalmente para o pequeno produtor rural, e nesse momento, a tecnologia passou a ser imprescindível.

E para que você possa entender um pouco melhor, neste artigo, vamos te mostrar porque a ciência e a tecnologia são tão importantes e como o agro se tornou um campo muito fértil para inovações.

5 dicas para aumentar a lucratividade.

Entenda agora:

Afinal, porque a ciência é tão importante?

Como você já deve ter percebido, atualmente, um dos maiores desafios da agricultura é o controle de pragas, doenças e plantas daninhas, pois elas infestam as lavouras, reduzem a qualidade dos produtos agrícolas e, a depender da gravidade, podem levar plantas à morte.

E sim, trata-se de um assunto muito complexo, principalmente porque existem inúmeros agressores que prejudicam cada tipo de cultura agrícola.

Podemos pegar como exemplo a soja que, pode ser atacada por várias espécies de insetos, como lagartas e percevejos.

Além disso, também pode ser acometida por doenças fúngicas, como a ferrugem-asiática, que é a doença mais preocupante para a sojicultura.

E ainda, em alguns casos, deve enfrentar a presença de plantas daninhas, como o caruru (Amaranthus deflexus), planta essa que prejudica a produtividade da soja.

E exatamente por isso que safra exige um monitoramento constante e o investimento do agricultor em diferentes soluções que controlem os alvos.

Felizmente, atualmente, o agro se tornou um campo muito fértil para inovações que nos ajudam a resolver esses problemas.

Temos hoje, por exemplo, um forte movimento de startups, as AgTechs, que estão levando tecnologia de ponta para as fazendas.

Conheça os cuidados que o produtor rural deve ter com a alta do dólar.

Agro: campo fértil para inovações tecnológicas

Saiba como a tecnologia no campo irá te ajudar.

Como foi falado anteriormente, hoje o agro se tornou um campo muito fértil para inovações tecnológicas.

Temos agora, por exemplo, um forte movimento de startups, as AgTechs, que estão levando tecnologia de ponta para as fazendas.

Atualmente, nossas porteiras estão abertas, por exemplo, para a adoção de drones, sensoriamento remoto, softwares de gestão, entre outras novidades.

E o melhor, o propósito dessas novas tecnologias é ajudar o produtor a aperfeiçoar a administração da fazenda, alavancar a produtividade de plantações ou mesmo melhorar o manejo de rebanhos.

Para finalizar, podemos dizer que se existe um consenso entre a maioria dos profissionais é que a evolução no campo não pode parar e, durante a fase de distanciamento social para o combate ao novo coronavírus, o agronegócio é desafiado a garantir o abastecimento de alimentos para a população.

O setor precisa continuar produzindo de forma ainda mais segura e eficiente.

Por isso, a colaboração das startups para o agronegócio acaba sendo muito positiva.

Isso porque as novas tecnologias corroboram para minimizar os riscos do setor e melhorar a performance das operações agrícolas.

Tais inovações também ajudam e muito a poupar os recursos naturais, promovendo benefícios para o meio ambiente e para a sociedade.

Saiba como estão os avanços da tecnologia no campo.

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Comercialização de grãos para maximizar a lucratividade – 5 dicas /dicas-para-aumentar-o-comercio-graos/ Mon, 17 Aug 2020 10:00:59 +0000 /?p=1638 Segundo o 10º Levantamento de Grãos realizado pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), a produção brasileira de grãos deverá ser de 251,4 milhões de toneladas na safra 2019/2020.

Tal desempenho recorde na agricultura deve-se, principalmente, às colheitas de soja e milho, responsáveis por cerca de 88% da produção.

A Conab estima ainda para esta safra a maior colheita já registrada para a oleaginosa, com uma produção de 120,9 milhões de toneladas.

Algo muito positivo, não é verdade?

Pois é, segundo muitos especialistas, a comercialização de grãos, principalmente para os pequenos agricultores, é uma excelente forma de maximizar a lucratividade.

Pensando nisso, a Kasuya resolveu compartilhar algumas dicas de como os produtores podem melhorar suas vendas de grãos.

Entenda os impactos da alta do dólar para o produtor rural.

Conheça agora:

Safra de grãos estimada: entenda como a elevação da cotação do dólar frente ao real contribuiu para esse número

Como foi falado no início do artigo, segundo a Conab a Safra de grãos é estimada em 251,4 milhões.

Neste caso, apesar dos problemas climáticos, o bom resultado foi obtido principalmente no Rio Grande do Sul. A produtividade média nacional é maior que a do ciclo passado.

No final, o reflexo da boa produção pode ser visto nas exportações do produto.

Para que você possa ter uma ideia mais clara disso, no primeiro semestre deste ano, o país exportou 60,3 milhões de toneladas do grão, aumento de 38% em comparação com o mesmo período do ano passado.

E segundo a maioria dos especialistas, a elevação da cotação do dólar frente ao real contribuiu para esse número, aumentando a competitividade do produto brasileiro no mercado internacional.

Foi também a soja e os demais produtos do agronegócio que contribuíram para um saldo de aproximadamente US$ 36 bilhões na balança comercial, algo em torno de R$ 190 bilhões.

Conheça as novidades para a produção de algodão.

Conheça agora as melhores dicas para melhorar a rentabilidade na venda de grãos:

5 dicas para melhorar sua rentabilidade na venda de grãos

Hoje sabemos que melhorar a rentabilidade na cultura de grãos é o desafio de muitos produtores rurais.

Para se reinventar nesse mercado e manter a competitividade, é preciso seguir boas estratégias e ter boas técnicas.

Pensando nisso, a Kasuya listou 5 dicas essenciais, confira!

Conheça os principais pilares para a produção de soja no Brasil.

1º Dica – Planejamento

A primeira dica, e uma das mais essenciais é o planejamento.

O ideal é que você sempre realize o planejamento de sua safra, pois isso irá facilitar em todas as etapas da produção agrícola e, principalmente, na comercialização.

Saiba que não adianta investir em tecnologia para aumentar a produtividade dos grãos, por exemplo, se não for feito uma boa comercialização.

É essencial que o produtor desenvolva o lado de negociabilidade dele, com vistas a ter uma comercialização muito melhor.

2º Dica – Gestão da propriedade

A próxima dica é fazer uma gestão da propriedade.

Uma boa gestão quer dizer eficiência na locação de recursos e no conhecimento de dados e informações para tomar decisões.

A nossa recomendação é que você tenha na sua equipe pessoas que entendam sobre os fatores que interferem nos preços dos grãos, assim você irá vender seus produtos agrícolas com mais tranquilidade.

Ter esse tipo de gestão faz com que o produtor esteja à frente no mercado, pois é um pensamento estratégico, e isso acaba sendo um diferencial competitivo.

Assim, o produtor pode diversificar as culturas e, ao mesmo tempo, olhar para outras cadeias.

3º Dica – Diversificação

Fazer a diversificação é uma outra dica também considerada essencial.

Procure diversificar as formas de comercialização. Dessa forma, as chances de prejuízos vão diminuir drasticamente.

Como a tecnologia irá te ajudar no campo.

4º Dica – Perfil

Uma outra dica que também não pode faltar é a verificação do perfil de sua propriedade rural.

O recomendado é que você verifique qual o perfil de sua propriedade e quais modalidades de comercialização se enquadram melhor com seu empreendimento.

5º Dica: Atenção ao mercado externo e interno

Por último, mas não menos importante, se atente ao mercado externo e interno.

A dica é que você fique atento em tudo que ocorre no setor e as perspectivas do agronegócio no Brasil e no mundo.

Pronto, com essas dicas saiba que você terá muito mais segurança na tomada de decisão no momento da venda!

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Alta do dólar – Principais impactos e quais cuidados o produtor rural deve ter /impactos-alta-dolar-produtor-rural/ Mon, 10 Aug 2020 10:00:17 +0000 /?p=1635 Principalmente devido aos impactos causados pela Covid-19 em todo o mundo tivemos sucessivas elevações do dólar.

O dólar, em 2020, infelizmente, já alcançou valorização cambial de 45% frente ao real.

O que trouxe muitas incertezas para o agronegócio brasileiro, chegando a ser cotada a R$ 5,94.

Porém, apesar disso, muitos especialistas acreditam que o momento é favorável para a produção agropecuária do País, mas alerta que o produtor deve ficar atento ao mercado mundial.

Isso porque, a curto prazo, a alta do dólar pode ser extremamente favorável aos produtores exportadores que tiveram os valores das commodities afetados por falta de demanda do mercado ou pela alta na produção.

E mesmo que o preço internacional em dólares caía, a desvalorização do real faz com que os exportadores consigam ajustar os preços, minimizando perdas ou até lucrando com a alta da moeda norte-americana.

Além disso, a alta do dólar deve motivar agricultores a formar boas lavouras na próxima safra de verão.

Mas para que você possa entender de uma forma mais detalhada quais serão os impactos da alta do dólar, basta continuar com a leitura do artigo.

Vamos lá?

Neste artigo, você vai entender quais são os impactos da alta do dólar, e quais cuidados o produtor rural deve ter.

Confira agora:

Entenda os impactos do Coronavírus na agricultura.

Afinal, quais são os impactos da alta do dólar no agronegócio?

Como foi falado no início do artigo, a curto prazo, a alta do dólar pode ser extremamente favorável aos produtores exportadores que tiveram os valores das commodities afetados por falta de demanda do mercado ou pela alta na produção.

E mesmo que o preço internacional em dólares caía, a desvalorização do real faz com que os exportadores consigam ajustar os preços, minimizando perdas ou até lucrando com a alta da moeda norte-americana.

Além disso, no curto prazo, as commodities que têm alta demanda mundial, como soja, milho e carnes, assim como os produtos com preços definidos em mercado futuro nas bolsas internacionais e que têm preços mais baixos também lucram com a variação cambial, tais como café, açúcar e algodão.

Muitos especialistas também concordam que o Brasil deve fortalecer sua posição como principal produtor mundial de soja, expandindo a área plantada em aproximadamente 1 milhão de campos de futebol, à medida que a alta do dólar favorece a receita dos produtores em reais.

No entanto, no médio e longo prazo, a alta do dólar terá reflexos nos insumos das atividades do agronegócio, o que impactará diretamente os custos de produção e ajustes nos preços; com isso, poderá afetar negativamente o valor final.

Para minimizar esses efeitos é importante que os produtores sigam algumas dicas e cuidados.

Conheça os principais pilares de produção de soja no Brasil.

Entenda agora quais são os principais cuidados que o produtor rural deve ter neste momento:

Alta do dólar: principais cuidados que o produtor rural deverá ter

Como foi falado no início do artigo, a alta do dólar pode ser favorável para a produção agropecuária do País, porém muitos especialistas alertam que o produtor deve ficar atento ao mercado mundial.

Consideradas como bases da competitividade do agronegócio, o gerenciamento e a eficiência não podem ser negligenciados.

E mesmo que a variação cambial, de uma forma geral, possa ser positiva, a tendência pode provocar efeitos negativos avassaladores para o produtor que não souber aproveitar o momento.

Além disso, muitos analistas hoje concordam que não há justificativa para a especulação atual e afirmam que tendência do câmbio pode mudar rapidamente.

Ou seja, o produtor não deve esperar o dólar subir ainda mais para vender.

O dólar ainda pode ser elevado pela especulação em torno do impacto do coronavírus sobre a economia global, afirma o diretor da ARC Mercosul, Matheus Pereira.

Levando isso em consideração, segundo o diretor, o produtor brasileiro não deve fixar patamares para negociar.

“Fique atento ao mercado: quando surgirem notícias sobre tratamentos e vacinas, será o momento de travar os preços”, disse, durante o Fórum Soja Brasil, realizado na 21ª Expodireto Cotrijal, em Não-Me-Toque (RS).

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Entenda como está o avanço da tecnologia no campo.

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Novidades para produção de algodão /novidades-para-producao-de-algodao/ Mon, 03 Aug 2020 10:00:28 +0000 /?p=1632 Frente aos dois meses anteriores, em junho, as negociações envolvendo algodão em pluma registraram ligeira melhora.

Durante este período, entregas de contratos que estavam postergadas foram realizadas, e negócios envolvendo a pluma da nova safra, fechados.

Os compradores seguiram pressionando as cotações, pedindo maiores prazos para pagamento e buscando o produto de melhor qualidade, isso segundo os colaboradores do Cepea.

Conheça o fator chave para a produtividade.

Em contrapartida, os vendedores estiveram mais atentos aos trabalhos de campo, na expectativa de conseguir cumprir os contratos efetuados anteriormente.

E aqui é importante frisarmos que os contratos antecipados devem gerar receita maior que a obtida com as vendas nos atuais patamares de preços.

Os preços, neste cenário, seguiram estáveis ao longo de todo o mês.

Como a tecnologia melhora a minha produção.

O Indicador do algodão em pluma CEPEA/ESALQ fechou em alta

Na média do mês, o Indicador do algodão em pluma CEPEA/ESALQ fechou em alta.

Com pagamento em 8 dias, o Indicador do algodão em pluma CEPEA/ESALQ, oscilou entre R$ 2,6923/lp e R$ 2,7271/lp em junho, ou seja, com o valor mínimo sendo apenas 1,3% menor que o máximo.

O Indicador, na média do mês, fechou a R$ 2,7102/lp, 2,3% maior que o de maio/20, mas 3% inferior ao de jun/19 e 7,1% abaixo da média de março/20, quando a pandemia de coronavírus começou a ganhar força no Brasil – todas em termos nominais.

Elevação do preço do milho.

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Mercado de Soja: A soja inicia semana com variações tímidas e limitadas /a-soja-inicia-semana-com-variacoes/ Mon, 27 Jul 2020 10:00:57 +0000 /?p=1629 A Bolsa de Chicago registra, nesta segunda-feira (29) pequenas baixas.

Perto de 7h15 (horário de Brasília), os futuros da oleaginosa, recuavam de 1,75 a 2,75 pontos nos contratos mais negociados, com o julho valendo US$ 8,62, o agosto US$ 8,58 e o novembro, US$ 8,58 por bushel.

Além disso, o mercado internacional da oleaginosa segue na necessidade de novas notícias fortes e, nesta semana, se prepara para a chegada do novo boletim de área plantada e estoques trimestrais dos EUA pelo USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos).

O reporte já vai chegar nesta terça-feira, 30 de junho.

Nesta terça-feira, o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) fará a divulgação de seu relatório com a perspectiva de área plantada com soja nos Estados Unidos nesta safra.

Saiba como a tecnologia pode melhorar a sua safra.

Porém, o mercado já se antecipou ao relatório e o precificou, veja o que esperam!

Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA)

O USDA, segundo a grande maioria dos especialistas, deverá indicar uma área plantada norte-americana com soja de 34,3 milhões de hectares (84,76 milhões de acres), um aumento sobre o ano anterior que foi de 30,7 milhões de hectares (76,1 milhões de acres).

Além disso, também na comparação com a intenção de plantio divulgado em março.

O Departamento, naquela oportunidade, apostava em uma área de 33,8 milhões de hectares (83,51 milhões de acres).

Elevação da produção de soja.

Estoques

Nesta terça-feira, o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos também vai divulgar o relatório para os estoques trimestrais americanos na posição 1º de junho.

Hoje o mercado aponta estoques de 9,28 milhões de toneladas (1,381 bilhão de bushels).

Em 1º de março, por exemplo, o estoque ficou em 14,9 milhões de toneladas (2,253 bilhões de bushels) e em junho do ano passado os produtores tinham 11,9 milhões de toneladas (1,783 bilhão de bushels) armazenados.

Hoje acompanhamos as preocupações com o coronavírus, que pode trazer uma segunda onda de infecções e preocupa o mercado.

Na China, por exemplo, quase meio milhão de pessoas foram isoladas perto de Pequim, como medida para tentar conter esse novo momento da doença.

O momento continua limitando as possibilidades de recuperação dos preços da soja – e demais commodities – uma vez que compromete ainda a recuperação, sobretudo, da economia global.

Elevação do preço do milho.

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A StoneX elevou a produção de Soja da Safra 2019/20 para 122,6 milhões de toneladas /soja-da-safra-2019-20-para-1226-milhoes-de-toneladas/ Mon, 20 Jul 2020 10:00:17 +0000 /?p=1624 A StoneX, na sua revisão do mês de julho, elevou a produção de soja da safra 2019/20 para 122,6 milhões de toneladas.

No final, tivemos um aumento de 1,45% em relação ao número de junho.

Tivemos também ajustes positivos de produtividade, com destaque para Mato Grosso e Paraná, onde a produção da oleaginosa atingiu níveis recordes, isso mesmo com a colheita já finalizada.

Segundo a analista de Inteligência de Mercado do grupo, Ana Luiza Lodi. “Mesmo no Rio Grande do Sul, que enfrentou uma grande quebra de safra, houve uma revisão positiva do rendimento, com um leve ajuste da produção”.

Confira a elevação do preço do milho.

Além disso, com revisões da produtividade, os estados do MATOPIBA (região que compreende os estados do Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia), também contribuíram para esse aumento da produção nacional.

Porém, as exportações muito aquecidas têm trazido preocupações quanto à disponibilidade de soja no segundo semestre, isso mesmo com a produção sendo maior.

Segundo a Analista, “O balanço de oferta e demanda da oleaginosa deve terminar 2020 apertado, com estoques abaixo de 1 milhão de toneladas”.

A StoneX, além do aumento da produção, ampliou também sua estimativa de importação e cortou em 500 mil toneladas do consumo interno, que ficou em 46,5 milhões de toneladas.

A expectativa de embarques em 2020 foi elevada para 80 milhões de toneladas, isso diante dos recordes sucessivos de exportações nos últimos meses e dos line-ups de navios indicando saídas ainda grandes de soja.

Entenda o fator chave para a produtividade da soja.

Milho: tivemos um aumento da estimativa de produção da primeira safra do cereal

A StoneX, em sua revisão de julho também trouxe um pequeno aumento da estimativa de produção da primeira safra do cereal, que avançou menos de 100 mil toneladas em relação ao divulgado em junho, ficando em 26,3 milhões de toneladas.

Segundo Luiza Lod, “Esse ajuste decorreu de um leve aumento da produtividade média em estados do Maranhão e do Tocantins, com este último registrando também um avanço marginal de área”.

A safrinha passou por um ajuste positivo de 1,55% frente à divulgação anterior, de 71,4 para 72,5 milhões de toneladas.

Com a média nacional passando de 5,34 para 5,42 toneladas por hectare, a revisão da produtividade foi o destaque desse aumento da produção.

O Mato Grosso foi estado que registrou o maior avanço da produção, para 34 milhões de toneladas, número que, se confirmado, será um recorde histórico.

Conheça a suplementação do solo.

Além dele, outros estados que também contribuíram para esta maior produção foram Tocantins e Paraná.

No entanto, mesmo com esse ajuste positivo, a produção paranaense ainda vai ficar consideravelmente mais baixa em relação ao registrado no ciclo 2018/19.

A produção total estimada para o ciclo 2019/20, com as novas revisões, voltou para acima de 100 milhões de toneladas.

Nesse caso, além dos números da StoneX para a primeira e segunda safras, este total considera a estimativa da Conab para a terceira safra, em 1,33 milhão de toneladas.

Após a revisão, os estoques finais da safra 2019/20 de milho foram estimados pelo grupo em 10,15 milhões de toneladas.

Nesse caso, além do aumento da produção total para 100,12 milhões de toneladas, houve um corte na estimativa de exportações, para 33,5 milhões de toneladas.

Segundo a analista, Ana Luiza, “Apesar de os embarques do cereal ganharem força somente no segundo semestre do ano, a competição com outros players exportadores deve ser acirrada nos próximos meses, destacando que os EUA podem colher uma safra recorde”.

Sendo assim, as exportações devem ficar mais distantes do recorde alcançado no ciclo 2018/19.

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Elevação do preço do milho /elevacao-do-preco-do-milho/ Mon, 13 Jul 2020 10:00:05 +0000 /?p=1621 Em levantamento realizado pela equipe do Notícias Agrícolas não foram percebidas desvalorizações no preço do milho.

A última sexta-feira (26) chegou ao final com os preços do milho no mercado físico brasileiro valorizados.

Nesta segunda-feira (29) tivemos ganhos para os preços futuros do milho na Bolsa Brasileira (B3).

Por volta das 11h49 (horário de Brasília) as principais cotações registravam movimentações positivas entre 0,53% e 1,40%.

O vencimento julho/20 era cotado à R$ 47,10 com valorização de 1,40%, o setembro/20 valia R$ 44,85 com elevação de 0,79% e o novembro/20 era negociado por US$ 47,01 com alta de 0,56%.

O mercado futuro do milho no Brasil visualiza a solidez do dólar e dá sustentação aos negócios do cereal na B3, isso de acordo com a análise da Agrifatto Consultoria.

Número que não é atingido desde o dia 22 de maio, o vencimento setembro/20 voltou a flertar com os R$ 45,00 a saca.

Como a tecnologia no campo pode aumentar a sua produção.

Mercado Externo: Os preços internacionais do milho seguem subindo na Bolsa de Chicago (CBOT)

Nesta segunda-feira, os preços internacionais do milho continuaram subindo na Bolsa de Chicago (CBOT).

As principais cotações registravam movimentações positivas entre 5,50 e 6,00 pontos por volta das 11h41.

Com elevação de 5,50 pontos, o vencimento julho/20 era cotado à 3,22 com alta de 5,50 pontos, o setembro/20 valia US$ 3,24.

Já dezembro/20 era negociado por US$ 3,31 com valorização de 6,00 pontos e o março/21 tinha valor de US$ 3,42 com ganho de 5,50 pontos.

Os comerciantes fizeram ajustes finais nas posições de milho nesta manhã, antes dos relatórios de amanhã, que devem mostrar uma área de milho menor do que o relatório de 31 de março do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos), isso segundo informações do site internacional Farm Futures,

Ainda segundo a publicação, a quantidade de chuvas necessária no Meio-Oeste neste fim de semana provavelmente ajudará a melhorar as condições da safra antes do relatório semanal de hoje sobre o Progresso da Safra, divulgado pelo USDA.

Aumento da venda de grãos para a China.

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Entenda porque a água é um fator chave para a produtividade de soja /agua-e-um-fator-chave-para-a-produtividade/ Mon, 06 Jul 2020 10:30:06 +0000 /?p=1618 De acordo com a Aprosoja, Bahia registra segunda maior produção de soja da história.

Felizmente, a produção brasileira de soja cresce a cada ano. Na safra 2018/2019 foram produzidas 115 milhões de toneladas do grão.

O que posiciona o Brasil como segundo maior produtor da oleaginosa no mundo.

Nesse caso, para termos alcançado todo esse potencial produtivo, além de cultivares de alta performance, tecnologias disruptivas, e um bom manejo realizado pelos agricultores, a cultura da soja sempre exigiu uma boa disponibilidade de água.

E para entender qual é a importância da água aplicada à máxima produtividade da cultura da soja, basta continuar com a leitura do artigo.

Vamos lá?

O uso da água na cultura de soja: Entenda a sua importância

Constituindo aproximadamente 90% do peso da planta a água atua em, praticamente todos os processos fisiológicos e bioquímicos.

Vendas de soja no Brasil disparam.

A necessidade total de água na cultura da soja, para obtenção do máximo rendimento, varia entre 450 a 800 mm/ciclo, dependendo das condições climáticas, do manejo da cultura e da duração do seu ciclo.

Nesse caso, a água desempenha a função de solvente, através do qual gases, minerais e outros solutos entram nas células e movem-se pela planta.

A água também tem um papel importante na regulação térmica da planta, agindo tanto no resfriamento como na manutenção e na distribuição do calor.

Por isso, seja na cultura de sequeiro, ou área irrigada, a oferta de água durante todo o ciclo da planta precisa ser equilibrada nos diferentes estádios da cultura.

Levando isso em consideração, é importante entendermos quais fatores contribuem para a utilização mais otimizada desse recurso natural, mapeando iniciativas estratégicas para atender as necessidades da cultura de forma sustentável e rentável.

A importância da disponibilidade da água para produtividade de soja

China compra 1,5 milhão de toneladas de soja nos últimos 3 dias.

A disponibilidade de água é essencial principalmente em dois períodos de desenvolvimento da soja: germinação emergência e floração-enchimento de grãos.

Durante o primeiro período, tanto o excesso como a falta de água prejudica o estabelecimento da cultura e à obtenção de uma boa uniformidade na população de plantas, sendo o excesso hídrico mais limitante do que o déficit.

Nesse caso, para assegurar uma boa germinação, a semente de soja necessita absorver, no mínimo, 50% de seu peso em água.

A necessidade de água na cultura da soja também vai aumentando com o desenvolvimento da planta, atingindo o máximo durante a floração – enchimento de grãos (7 a 8 mm/dia), decrescendo após esse período.

De modo geral, o consumo mais elevado de água coincide com o período em que a cultura apresenta maior altura e índice de área foliar.

Como minimizar os efeitos do déficit hídrico

Para minimizar os efeitos do déficit hídrico, indica-se semear apenas cultivares adaptadas à região e à condição de solo: semear em época recomendada e de menor risco climático, semear com adequada umidade em todo o perfil do solo, e principalmente adotar práticas que favoreçam o armazenamento de água pelo solo tais como: plantio direto, distribuição de cálcio na profundidade do solo, cobertura com palha de alta relação C/N e bons níveis de nutrientes.

Neste cenário, também podemos destacar a importância do solo estar estruturado fisicamente (sem compactação), equilibrado nutricionalmente (nutrientes disponíveis nas quantidades necessárias) e com a microbiota ativa, para que as raízes tenham o seu máximo desenvolvimento e aproveitamento da Água em nutrientes em profundidade, garantindo assim a estabilidade produtiva da lavoura.

E aí? Gostou das dicas e informações?

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Até a próxima!

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